Máquinas caça-níqueis apreendidas pela Polícia Federal estão sendo transformadas em equipamentos digitais para portadores de necessidades especiais. O Projeto Fênix, criado em 2010 no campus Camboriú do Instituto Federal Catarinense, permite que estudantes do curso de informática coloquem em prática seus conhecimentos e, ao transformar lixo tecnológico em máquinas com conteúdo pedagógico, contribuam para a inclusão digital.
Quatro estudantes bolsistas do curso de tecnólogo em redes de computadores criaram equipamento educativo a partir de 15 máquinas caça-níqueis, cedidas pela polícia ao instituto, que alocou os equipamentos no campus Sombrio. Além desses alunos, o projeto conta com um professor-coordenador e um professor convidado, além de uma psicóloga que acompanha o desenvolvimento do trabalho junto aos alunos portadores de necessidades especiais.
“Outra meta do Projeto Fênix é a de promover a inclusão digital de crianças que não têm acesso às tecnologias de informação em suas casas”, destaca a coordenadora administrativa Cyntia Nélia Souza Silva.
“Outra meta do Projeto Fênix é a de promover a inclusão digital de crianças que não têm acesso às tecnologias de informação em suas casas”, destaca a coordenadora administrativa Cyntia Nélia Souza Silva.
Para construir os equipamentos educativos, as máquinas são primeiramente desmontadas. Separa-se a parte de informática da parte de madeira, o totem. A partir daí, um grupo de alunos reestrutura a máquina e instala os programas educativos. O conjunto máquina e programa contribui para o processo de aprendizagem dos alunos com algum tipo de deficiência.
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