ATA Nº23 DO DIRETÓRIO CENTAL DOS ESTUDANTES “GUY TÔRRES” DO IFMG – CAMPUS BAMBUÍ
Aos seis dias do mês de junho de dois mil e onze, às doze horas, reuniram – se na Casa Sede do Diretório Central dos Estudantes “Guy Tôrres” do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Minas Gerais – Campus Bambuí, o presidente do DCE “Guy Tôrres” Dirceu Clemente Rocha Júnior, a vice-presidente Maria Silveira Costa, a Diretora de Educação, Esportes e Cultura Melina Laura Moretti Pinheiro, o Tesoureiro Geral Moacir Alves Andrino, o Secretário Geral Josimar Rodrigues Oliveira e o gerente da Transimão Bambuí Sr. Liovaldo Gomes de Oliveira para discutir os seguintes assuntos colocados em pauta: Liovaldo esteve presente na reunião do DCE “Guy Tôrres” para esclarecer pessoalmente alguns aspectos relacionados à empresa de transportes Transimão e as referidas demandas dos alunos do IFMG – Campus Bambuí; o atual gerente da empresa está no cargo há pouco mais de quatro meses e, portanto espera ter esse contato com os estudantes do IFMG através do DCE para buscar a qualidade dos ônibus; Maria perguntou sobre a questão da idade média dos ônibus coletivos serem de aproximadamente cinco anos, conforme relatado por eles; De acordo com Liovaldo, na concessão do transporte da Transimão com a Prefeitura Municipal de Bambuí são oficialmente solicitados cinco ônibus coletivos para atender a linha BAMBUÍ-IFMG, celebrada entre os anos de 2003 a 2005; Liovaldo disse que os cinco ônibus coletivos que atendem a concessão têm idade média de fabricação de 2007, sendo que existem dois ônibus coletivos reformados a mais rodando no primeiro turno matinal, chegando a um número de sete veículos, que apesar de serem mais antigos foram reformados os estofados; a Transimão não é obrigada a enviar esses dois ônibus, porém tem disponibilizado para suprir as necessidades da linha BAMBUÍ-IFMG; Liovaldo ainda explicou que conforme a regulamentação do Departamento de Estradas e Rodagem (DER) a vida útil dos ônibus coletivos municipais pode ser de até 15 anos; Liovaldo comentou que novos coletivos devem chegar nos próximos meses para o município de Bambuí; Maria perguntou sobre a questão do meio passe estudantil e Liovaldo explicou que esta questão do meio passe deve ser buscada pelos alunos do IFMG através do poder legislativo municipal (Câmara Municipal de Bambuí) e a Prefeitura Municipal de Bambuí, caso este projeto seja submetido e aprovado a empresa Transimão fará “passes” diferenciados para a compra de alunos, sendo este vendido pela metade do preço, porém para que os estudantes tenham esse benefício a outra metade deverá ser paga pela prefeitura municipal, que possivelmente teria que gerenciar através de um cadastro os alunos que estudam no IFMG – Campus Bambuí com o intuito de repassar esse benefício; Com isso, cabe ao DCE “Guy Tôrres”, juntamente com os estudantes de o Campus pressionar o poder público para a criação do meio passe estudantil; Maria argumentou sobre a possibilidade de se implantar o cartão magnético em substituição aos vales transportes e Liovaldo explicou que o custo para a implantação deste sistema fica em torno de R$ 9000,00 por ônibus coletivo, sendo necessário automatizar todos os ônibus coletivos, implantar um sistema computacional avançado para coleta de dados e gerenciamento automático, implantação de antenas comunicadoras em todos os ônibus coletivos para sistema de cartão magnético, necessidade de uma empresa gerenciadora do cartão magnético, visto que em Belo Horizonte esse gerenciamento é feito pela prefeitura municipal e BHTrans (O cartão não é da empresa), além de treinamento de motoristas e cobradores; Liovaldo explicou as vantagens e desvantagens do cartão e que até que este sistema seja estruturado para funcionar levaria mais de dois anos, por enquanto, a demanda de Bambuí não compensa esse investimento; Quanto ao preço da passagem também foi argumentado por Maria e Melina se haveria modificações; Liovaldo explicou que a empresa realiza os reajustes de passagem uma vez por ano conforme reajuste estadual, que geralmente ocorre em meados de Dezembro; Liovaldo explicou que os ônibus coletivos andam lotados somente nos primeiros horários matinais (sete e oito horas), sendo que durante todo o dia fica rodando ônibus coletivos vazios ou com poucas pessoas, sendo necessário cobrar a tarifa de R$ 1,50 para manter a linha com seu devido funcionamento e buscando a melhoria da qualidade, além disso tem os motoristas contratados para estes sete ônibus coletivos que rodam durante a manhã para o IFMG e durante o dia fazem escalas, pois rodam em média dois ônibus nos demais horários e a empresa precisa manter esse quadro de motoristas e cobradores devido as linhas matinais que também oneram o custo; o custo atual da empresa nos foi justificado e avaliamos que realmente o preço é condizente com as despesas; atualmente a empresa tem trabalhado com a manutenção preventiva realizada nos finais de semana para melhorar a qualidade dos ônibus; Josimar perguntou sobre o ônibus rodoviário que foi enviado para o IFMG – Campus Bambuí e Liovaldo explicou que ele foi enviado em substituição a um coletivo que estava estragado, mostrando a preocupação do atual gerente em suprir as demandas dos estudantes com qualidade; Maria comentou sobre a imprudência de alguns motoristas, sendo que Liovaldo explicou que será feito um programa de reciclagem e treinamento dentro da empresa com os motoristas e que estes recebem cerca de R$ 1150,00 para exercerem a atividade, não sendo portanto um valor tão precário como alegado por muitos; Liovaldo disse que os motoristas se formam na empresa, pois na verdade as pessoas tiram a carteira de motorista, mais não tem experiência com a condução destes veículos coletivos, sendo lhes dada esta oportunidade pela empresa; os diretores do DCE “Guy Tôrres” perguntaram sobre a possibilidade de mudar a identificação dos ônibus que CEFET ao invés de IFMG, alegando que os alunos que chegam ao município ficam perdidos, visto que esperam o ônibus do IFMG e este passa com a identificação de CEFET pelas ruas, o que acaba causando confusões; Liovaldo disse que isso é fácil de resolver, sendo necessário apenas uma solicitação oficial da Diretoria Geral do IFMG – Csmpus Bambuí; Dirceu argumentou sobre a possibilidade de colocar um ônibus coletivo aos sábados no horário de 21:30 horas, devido à demanda de alunos internos; Liovaldo disse que fará um teste observando a viabilidade de manter esse novo horário em funcionamento; Por fim Liovaldo finalizou deixando claro que a Transimão está disposta a melhorar sua imagem no município melhorando a cada dia a qualidade de seus serviços, há a previsão de automatizar linhas em longo prazo, conforme a demanda e se encontra de portas abertas para os diretores do DCE “Guy Tôrres”, a diretoria do IFMG – Campus Bambuí e aos estudantes que queiram sugerir mudanças e melhorias, pois ele vê de forma positiva essa aproximação entre a Transimão e seus usuários (alunos). Nada mais havendo a tratar, o presidente do DCE “Guy Tôrres”, Dirceu Clemente Rocha Júnior declarou encerrada a reunião e eu, Josimar Rodrigues Oliveira, Secretário Geral do DCE “Guy Tôrres”, lavrei a presente ata, que será lida e após aprovada anexada à página vinte e seis do livro ata que segue assinada por todos os presentes.
Bambuí, 06 de Junho de 2011.
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